
A consciência é criada pelo cérebro ou o cérebro é criado pela consciência?
Espiridualidade
Ao darmos os primeiros passos como espécie no desenvolvimento da ciência e da tecnologia, ficamos tão fascinados por elas que perdemos completamente a noção da nossa natureza espiritual. Por muito que avancemos na tecnologia, continuaremos a ser apenas selvagens a brincar com brinquedos tecnológicos enquanto continuarmos a negar o nosso verdadeiro eu e as nossas origens.

Espiriualidade para pessoas racionais
Este pequeno livro foi escrito para guiar os que se preocupam com a ciência e a tecnologia para o domínio da espiritualidade. Precisamos de cientistas, empresários, líderes e decisores políticos de todos os tipos para ver que há algo mais do que aquilo que se vê neste mundo físico, que acreditamos ser tudo o que existe.
Embora este seja um livro curto e conciso, a compreensão e o raciocínio aplicados nesta obra são o resultado de décadas de exploração.


Como é que posso saber que a realidade (física) é real se tudo o que sei sobre ela provém apenas da minha experiência?
Há boas razões para acreditar no mundo material, na ciência e em tudo o que dela resulta. Uma delas é o fato de funcionar. A ciência simplesmente funciona! Ela suporta tecnologias que são realmente úteis e que muitas vezes tornam a nossa vida melhor. Há também razões históricas, tendo em conta a quantidade de erros e injustiças que foram cometidos em nome de todo o tipo de fés e crenças. Por razões como estas, decidi cedo na minha vida, quando ainda era criança, que queria tornar-me cientista. E assim fiz. Tornei-me neurocientista e neurologista. Acreditava que encontraria as respostas que procurava seguindo os métodos da ciência. E continuo a acreditar no método científico - ou melhor, porque este livro não é sobre fé ou crença, penso ou tenho boas razões para assumir que o método científico funciona.
Newsletter Espiridualidade
Quer continuar a receber notícias nossas? Assine a nossa newsletter
“Houve uma época em que eu via o cérebro como o computador definitivo, capaz de gerar consciência. Quando era estudante de engenharia elétrica, no início dos anos 90, no sul do Brasil, trabalhei como assistente de investigação na conceção de microchips para computadores.”

Para entrar em contato:














